sábado, 6 de agosto de 2011

Sem Nome escutou a certeza daquele que sonha, não deu lugar ao medo e procurou o infinito e os olhos de menina pareciam de cristal ao enxergar não uma, mais um mar de estrelas inquietas desafiantes do frio.
Sem nome esticou um dos seus braços delicados e ficou na ponta dos pés animada pelo desejo de poder pegar uma daquelas estrelas... naquele momento a lua, que tinha saído para cuidar do infinito e olhar curiosa para os movimentos aqui embaixo, fixou a sua atenção da figura tímida daquela criança e sem duvidar um segundo assoprou uma mágica brisa que ao tocar na menina lhe permitiu esticar o seu corpo tão longe, mas tão longe, que com a ponta dos seus dedinhos, numa mistura de medo e ansiedade, conseguiu alcançar a estrela mais linda que naquela noite enfeitava o céu

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