Na ponta dos pés, para não ser descoberta, Sem Nome saiu de casa e sentiu o frio cortar a sua pele delicada de menina...pensou, antes de olhar pro infinito; temerosa de que os astros estivessem escurecidos pelas nuvens ameaçadoras. Naquele momento olhar pro chão era mais seguro, mais tranquilo, porém não era isso o que o coração de Sem Nome implorava; a menina estava feita de sonhos, de fantasias; a mente de Sem Nome não parava um minuto no lugar, pois sempre estava envolvida nas mais belas aventuras que alguém pudesse imaginar...
GVVB
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