domingo, 7 de agosto de 2011

poesia

Sem Nome segurou firme aquela pequena estrela brilhante estre as mãos, sentia o coração apertado numa mistura de medo, ansiedade, alegria e tantas outras coisas que nunca tinha experimentado em um turbilhão semelhante.
Quando tentou olhar ao seu redor, tudo parecia normal, olho pro céu e parecia que a lua dava um sorriso de aprovação para o milagre que tinha acontecido. O seu corpinho franzino estava como sempre, os seus braços do mesmo tamanho... como se explicava então o calor daquela estrela entre as suas pequenas mãos?
Sem Nome não sabia como, mas sentia na alma que aquela estrela falava... o primeiro que escutou foi a voz meiga e fraquinha da pequena luz dizendo... Meu nome é poesia!

Nenhum comentário:

Postar um comentário